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APRESENTAÇÃO


Jaraguá do Sul é nascida da colonização européia. A cidade guarda fortes traços, principalmente das culturas germânica, italiana, polonesa, húngara e afro, presentes na arquitetura, nos costumes, nos pratos típicos e na forte vocação de sua gente para o trabalho. O Município de Jaraguá do Sul é o principal pólo industrial da microrregião da AMVALI - Associação dos Municípios do Vale do Itapocu, o que o coloca em destaque na área de desenvolvimento e qualidade de vida. Jaraguá do Sul é o quarto pólo industrial do Estado, tem a quinta maior arrecadação de ICMS (Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicações) de Santa Catarina e quarto no retorno do ICMS com base nos índices. Além de sustentar uma respeitável qualidade de vida, Jaraguá do Sul é conhecida por suas belezas naturais e por sua vocação industrial.

HISTÓRIA


Coube ao engenheiro e coronel honorário do Exército Brasileiro, Emílio Carlos Jourdan (19.07.1838, Bélgica - 08.08.1900, Rio de Janeiro), amigo do conde d%Eu e da princesa Isabel, a tarefa da demarcação das terras, que se localizavam entre a margem direita do rio Itapocu e a esquerda do rio Jaraguá indo, ao Norte, até o rio Negro. No início eram 12 léguas quadradas, sendo aumentadas posteriormente para 25 léguas quadradas. Mesmo antes da assinatura do contrato de medição, a 11 de janeiro de 1876, Jourdan já celebrara um contrato com a princesa para colonizar parte do referido patrimônio. Pelo contrato, ela arrenda para Jourdan, durante quinze anos, 430 hectares de terras no Jaraguá-sede, faz promessa de venda de dois mil hectares e, caso a compra se efetivasse, não precisaria o mesmo pagar o arrendamento recebendo, ainda, o direito de povoar e extrair erva-mate, madeira e minérios. Quase simultaneamente à medição, Jourdan procurou estabelecer-se nas terras do Jaraguá. Contratou ferreiros, marceneiros, carpinteiros, pedreiros e lavradores para a construção do engenho e a plantação da lavoura de cana-de-açúcar. Enfrentou, contudo, grandes dificuldades. Faltavam estradas, igrejas, escolas e hospitais. Granjeou adversários políticos. Tudo isso fez com que tivesse que desistir de seu empreendimento, em 06 de junho de 1888. Veio a República e com ela mudaram os rumos da história jaraguaense, e as terras dotais voltaram a ser patrimônio da União. Enquanto as antigas terras dotais estavam abandonadas, as terras à margem direita do rio Jaraguá - nas cabeceiras dos rios Garibaldi, Jaraguazinho, do Cerro e da Luz - começaram a ser colonizadas pela Agência de Colonização, órgão estadual sediado em Blumenau, já a partir de 1890. Para a região dos dois primeiros rios vieram imigrantes húngaros e, para a dos outros dois, alemães. Na barra do rio do Cerro estabeleceram-se imigrantes italianos. Na margem esquerda do rio Itapocu, terras que pertenciam à Colônia Dona Francisca, a Companhia Colonizadora Hamburguesa iniciou a colonização, também a partir de 1890. Em 1893 as terras devolutas passam à jurisdição dos estados. A participação de Jourdan na Revolta da Armada, em 1893, ao lado do marechal Floriano Peixoto, deu-lhe o respaldo político necessário para retornar ao Jaraguá, fato este que também influiu na história jaraguaense. Em 20 de setembro de 1894 foi criado pelo governo do estado o Distrito de Polícia do Jaraguá, cujos limites viriam a ser os do futuro município, incluindo o território do atual município de Corupá. Jourdan compra, então, dez mil hectares de terras do Governo do Estado de Santa Catarina, que faziam parte do antigo patrimônio dotal, e estabelece a Colônia Jaraguá no início de 1895.




Desde 1895 Jaraguá era 2º Distrito de Joinville e, a 22 de agosto de 1895, é criado aqui um Distrito de Paz. Jourdan vende esta concessão a Pecher & Cia. Em 1º de julho de 1898, retirando-se para o Rio de Janeiro. Durante sua história, Jaraguá pertenceu a São Francisco do Sul, Paraty (atual Araquari) e a Joinville. E foi pelo Decreto nº 565 de 26.03.1934, que Jaraguá foi desmembrado de Joinville, tornando-se município. Para Calixto D.Borges, um dos canoeiros de Jourdan, as máquinas para o engenho Jaraguá chegaram no dia 15 de abril de 1876, sendo esta data contestada e na impossibilidade de precisar a do real estabelecimento de Emílio Carlos Jourdan na localidade, decidiu-se por 25 DE JULHO DE 1876 como a data de fundação de Jaraguá do Sul, dia em que também são homenageados o IMIGRANTE, o COLONO e o MOTORISTA. O nome Jaraguá foi alterado para Jaraguá do Sul em 31 de dezembro de 1943, pelo decreto lei estadual nº 941, por haver outro município (mais antigo) com mesmo nome, no estado de Goiás. O nome Jaraguá é de origem indígena e significa " Senhor do Vale". É como os índios chamavam o Morro da Boa Vista, que reina absoluto sobre a região. No seu ponto mais alto, o morro do Boa Vista tem 875m de altura e o Pico Jaraguá tem 904,4 m de altura. Fonte: AGRITEC - PMJS -Geoprocessamento - 2005.

LOCALIZAÇÃO
A cidade é servida por uma boa rede de rodovias, considerando-se a quantidade. Assim, Jaraguá do Sul liga-se ao porto de São Francisco do Sul e à São Bento do Sul, via Corupá, pela BR 280; a Blumenau, via Pomerode, pelas rodovias SC 416 e SC 418; a Joinville, via São Bento do Sul, pela BR 280, SC 301 e BR 101 e via Guaramirim, na intersecção da BR 280 com a BR 101, sentido Norte. O município tem uma malha viária de 819km sendo 361km de estradas de vicinais e 458km de estradas viárias urbanas. O Município de Jaraguá do Sul é cortado pela linha ferroviária, que atualmente só opera com transporte de cargas. A linha interliga Jaraguá do Sul a São Francisco do Sul (porto) e ao planalto catarinense, com ramais de acesso a São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul.



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